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Vidas que, quer queiramos quer não, fazem parte de nós.


31
Jul14

Perdão, Gaza!

por Eu, simplesmente!
Não suporto!

Não suporto vêr o horror que é Gaza.
Não suporto vêr a monstruosidade.
Não suporto vêr a carnificina.
Não suporto vêr o sofrimento.
Não suporto vêr a aflição.
Não suporto vêr a bestialidade.

Não suporto!

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29
Jul14

Dois meses, já?!

por Eu, simplesmente!
Pequenina linda, fez hoje - ou melhor, ontem - dois meses que a tua mamã mandou uma mensagem a comunicar que ias nascer, a pedir que orassemos por vós. Apressada como poucas decideste que querias saltar cá para fora, só que era cedo demais.
Imaginas o susto? Não digas nada mas rezei mais naquele dia do que nos últimos anos.
E eis que nasces! Tudo corre bem, tu e a mamã estão óptimas. O papá? Bem, o papá ia morrendo de susto, mas quando te viu?... A mamã depois conta-te.

Agora, com os teus dois meses de vida, és a benção dos teus papás. És o mundo, és o universo em que vivem maravilhados. Tens apenas um pequeno senão: és uma noctivaga sem cura! É de noite que mais gostas de passear, de chorar, de fazer birra.
Não fiques triste, isso passa!

Uma benção a tua vinda, uma alegria para tantos que já te amam de forma incondicional.
Que sejas feliz, pequenina, que Deus te proteja.

Parabéns para ti, parabéns para a mamã, a guerreira que não desiste nem quando o cansaço quase a vence, parabéns ao papá sempre presente, ao papá que tudo faz pelas suas meninas.

Que Deus vos abençõe.

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27
Jul14

Quando a magia da música...

por Eu, simplesmente!

 

...é a alma que alimenta o corpo.

 

 

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Quando pessoas, bonitas por dentro, ainda nos fazem acreditar no Homem.

Ontem, fui abençoada conhecendo uma.

Há dias assim. Raros, mas há!

 

 

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23
Jul14

O mundo está doente.

por Eu, simplesmente!
E nós com ele!

O Homem, numa loucura que tudo arrasa.
A morte parece ser a palavra de ordem.
Morticínios um pouco por todo o lado.
Sofrimentos sem nome infligidos sem dó.
O respeito pelo Homem, pela sua dignidade, tornou-se uma quimera.
A Natureza, em muitos pontos do globo, numa fúria que tudo arrasa.

Não há dúvida, o mundo está doente, e nós com ele.

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14
Jul14

FOME, a vergonha!

por Eu, simplesmente!
Fome.

Fome de mulheres grávidas.
Fome de bebés.
Fome de crianças de todas as idades.

Fome.

Fome de desempregados.
Fome de empregados com ordenados miseráveis.
Fome de gente que toda a vida trabalhou/poupou, numa tentativa de ter um final de vida digno.

Fome.

Fome sofrida por velhos que morrem à mingua.

FOME.

A vergonha de um país dito civilizado.
A vergonha que ficará para a História, com nomes responsáveis.

FOME.

A fúria, a raiva, a revolta, a dor de quem se vê impotente para a debelar
A fúria, a raiva, a revolta perante a impotência de punir/banir os responsáveis pela tragédia.

Sim, há responsáveis, e não poucos!
Esses, famintos não de pão, mas de dignidade, de respeito, de carácter, famintos de saberem ser gente.

FOME.

Fome no mundo, näo!
Fome no meu País, não!

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12
Jul14

Nostalgia misturada de ternura!

por Eu, simplesmente!

Apesar de ter regressado ontem, tenho a sensação de não ver o meu tão amado mar há uma eternidade.

 

 

 

Última conversa ouvida, vivida e partilhada.

Um casal e as suas duas crianças, um rapazinho a querer ser homem, e uma pequenina a querer dar ordens.

 

Rui - Mãe, quero ir brincar.

Bia - Mas tem que ser para ali. (o "para ali", tinha alguns degraus).

Mãe - Não, Bia, ali não, não vês que tem degraus?!

Rui - Mãe, mas eu tomo conta da Bia.

Pai - .....

Mãe - Não, já disse que não.

 

Finalmente o pai decide intervir.

 

Pai - Dás a mão à Bia? Cuidado, olha que ela é pequenina e pode cair!

Rui - Dou, pai, eu tomo conta dela.

Bia - Pai, mas eu quero ir "para ali".

Pai - Mas Bia, há tanto espaço, porque queres ir brincar para os degraus?!

 

Pausa. Todos se olham num medir de forças. A mãe, após troca de olhares com o marido, dá o veredito.

 

Mãe - Sim, podem ir, mas cuidado.

 

Aí vão os dois numa correria.

A Bia, muito mais rápida que o irmão, e como tudo fazia prever, estatela-se, felizmente que no último degrau.

A mãe levanta-se, corre, mas a Bia, já de pé, olha para a mãe, ar de desafio: vês, não me magoei!

E lá vão os dois irmãos, ultrapassado que está o "para ali", brincar num local que não era propriamente o "para ali" da Bia.

Que importa isso? A Bia tinha ganho, lia-se isso no seu ar vitorioso. A mãe regressa à mesa. Olhamo-nos. Encolhe os ombros, sorri, um sorriso onde podia adivinhar-se uma alegria secreta.

 

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10
Jul14

A felicidade pode estar...

por Eu, simplesmente!
... nas coisas mais simples.

Um mar a perder de vista em tons de verde esmeralda e azul marinho.
Barcos, que mais parecem pontinhos perdidos, dada a distância a que estão.
Crianças que brincam no areal, e correm e gritam, felizes.
E é o pregão do homem que vende doçuras.

E é do saborear destas coisas singelas que resulta a magia de nos sentirmos vivos.

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09
Jul14

Insólito, ou talvez não!

por Eu, simplesmente!
Café de praia, mais concretamente em Sesimbra.

Na mesa ao lado, um grupo de quatro jovens. Frente a eles um crepe e um imenso gelado.
Dividem-no entre si, numa algazarra alegre. A determinada altura algo chama a minha atenção.
Falam, conversam. Ouço um a falar num francês impecável, outro num belo inglês, outro num italiano correcto e, o último, o nosso português.
Até aqui nada de estranho. O insólito, se é que se pode considerar como tal, é que cada um falava na sua lingua, o diálogo era feito na lingua de cada um deles.

Daquela miscelânia de línguas resulta uma maravilha de sons.
Só por isto, se outra razão não houvesse, valeu a pena a vinda até aqui.

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08
Jul14

Dancemos!

por Eu, simplesmente!

A vida, sem a dança, não fazia sentido.

 

Quantas vezes a dança não diz mais acerca de um povo que mil palavras?

 

 

 

 

Deliciemo-nos, pois!

 

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07
Jul14

Hoje!

por Eu, simplesmente!

Hoje?

Hoje apetecia-me escrever.

Escrever sobre tudo, ou talvez sobre nada.

Escrever sobre afectos que nos enchem a alma, escrever sobre vazios que não se preenchem.

Escrever sobre projectos, viáveis ou utópicos.

Escrever sobre vidas vividas, ou simplesmente adivinhadas.

Escrever pelo simples prazer da escrita.

Desenhar cada letra, uma a uma, com a delicadeza que nos merecem as coisas frágeis mas importantes.

Escrever futuros e passados.

 

Hoje?

Hoje queria desenhar apenas a palavra amor.

Hoje não quero desenhar a palavra fome, nem solidão, nem injustiça, nem miséria, nem violência, nem guerra.

Hoje não!

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