Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Vidas que, quer queiramos quer não, fazem parte de nós.


13
Ago14

A morte de Robin Williams

por Eu, simplesmente!

 

 

Muito se tem escrito sobre a morte deste Homem tão especial que, sem dúvida, marcou não só a história do cinema como de muitos de nós.

O Homem alegre, bem disposto, o Homem que fazia rir, suicida-se? Um espanto, pois!

 

E é a partir daqui que é muito curioso ver a abordagem que é feita à "escolha" - como dizem alguns -, da forma como decidiu morrer.

 

Mas quem é que tem a veleidade de pensar que pode, sequer ajuizar, sobre as suas razões vs motivos?

Quem é que tem a pretensão de saber - leia-se, imaginar - qual o seu grau de sofrimento?  

Quem é que não  compreende que o facto de fazer rir não era sinónimo, nem de felicidade, nem de bem estar?

Quem é que não consegue perceber que uma coisa nada tem a ver com outra?

Quem é que não percebe que o riso pode ser a máscara com que se pretende esconder a dor?

 

Quem não percebe nada disto, não percebe rigorosamente nada acerca do Homem e muito menos das suas idiossincrasias.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:


Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog






Mensagens