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Vidas que, quer queiramos quer não, fazem parte de nós.


30
Jun14

Contranatura

por Eu, simplesmente!

É do conhecimento geral que Judite de Sousa acaba de perder o seu filho único. A dor pela morte de um filho é qualquer coisa de inimaginável. O desgosto, diria até, o espanto quando se trata de morte de crianças ou jovens, constitui um sofrimento que nada minimiza. Por isso, pelo imenso respeito que essas mães e pais me merecem, fica o abraço solidário, o abraço e ombro amigos.

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3 comentários

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De Anónimo a 30.06.2014 às 17:35

Inimaginável é mesmo o ter correto. Que revolta, que injustiça.
Beijinho
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De Eu, simplesmente! a 30.06.2014 às 18:37


O único sentimento que me assalta é a revolta, uma revolta sem nome.

Beijinho.
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De Anónimo a 30.06.2014 às 17:35

*termo

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