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Vidas que, quer queiramos quer não, fazem parte de nós.

28
Dez14

E mais outro? Ai é?!

por Eu, simplesmente!

Olá, minha pequenina linda!

Sim, é contigo que estou a falar e não finjas que não ouves, ok?

 

 

- Queres saber uma coisa? Passaram há pouco por aqui estes porquinhos, e sabes o que me disseram? Que fazias hoje 7 meses. É verdade? Não te parece que estão enganados?

- ...

- Vamos lá fazer as contas.

- ...

- Estás a ver as tuas mãozinhas?

- Estou, e depois?

- Abre a mão e conta os dedinhos.

- E como é que isso se faz?

- Estás ao colo da mamã?

- Sim!

- Então, pede-lhe que te ensine. 

- ...

- Já está?

- Sim.

- Quantos dedinhos é que a mamã disse que tinhas nessa mãozinha?

- Cinco.

- Muito bem. Agora...

- ... agora se não fosses aborrecida é que era bom!

- Calma. Que mau feitio!...

- Vá, diz lá!

- Na outra mão conta só mais dois dedinhos.

- Mau! Há pouco querias que contasse todos, agora só dois?... É que o papá, que também está aqui, diz que nesta mão também tenho cinco.

- Mas isso não me interessa.

- Interessa-me a mim, ora essa!

- Olha que te ponho a chucha e não falas mais.

- Atreve-te, vá atreve-te!

- Não disfarces. Qual é a soma dos cinco dedinhos de uma mãozinha com os dois da outra?

- Olha que és mesmo aborrecida, sabias?!

- Não quero saber de nada disso.

- ...

- Estou à espera.

- São 7, quantos havia de ser?!

- Faz hoje precisamente 7 meses que nasceste, sabias?

- Mas que grande novidade! Claro que sabia! Os meus papás já quase me arrancaram um bocado às bochechas com tantos beijinhos que me têm dado.

- E não estás feliz por isso?

- Estou, mas estaria muito mais se te fosses embora. És muito, mas mesmo muito aborrecida.

- És feia, tu! Venho dar-te os parabéns, toda contente, e é assim que me tratas?

- ...

- Podes dar um abraço de parabéns aos papás?

- Sim! E aos manos?

- A quem?

- Aos meus manos.

- Ah, aos manos! A esses dá um beijinho, mas devagarinho, tem cuidado, está bem?!

- Eu tenho, eu sei que ainda são muito pequeninos.

- Pronto, vai lá mudar a fraldinha. Com esta conversa toda deve estar encharcada.

- És muito...

Sim, já sei!!!

 

Depois desta "conversa" mais do que improvável, quero dar, a todos vós, os parabéns e desejar as maiores bençãos para a vosso pequenina. 

Que Deus a guarde e proteja sempe.

 

 

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28
Out14

Parabéns, linda!

por Eu, simplesmente!

Mais um mês, princesa?

É verdade! E já fazes cinco meses, cinco.

Ena, tantos, não é?

E cada vez mais bonita, e esses olhos cada vez mais azuis, e toda tu uma beleza que vai para além, muito além, da vulgaridade.

Vaidosa!

 

 

 

- Já viste como estás crescida?

Se estás tão crescida como a mamã? Não diga tontices, ouviu? Calma, ainda falta um bocadinho.

- E como o papá?

- Também não, ainda falta mais.

- E como a avó?

- Um bocadinho menos.

- E como o avô?

- Um bocadinho mais.

- E como a bi?

- Um bocadinho menos.

- Menos que a avó?

- Sim!

- Então quero ser igual à bi.

- Ora, menina não diga tontices. A menina tem que crescer devagarinho, como todos os meninos. 

- Buuuááááááá, quero ser crescida depressa, buuuáááááá!

- O que foi que disseste baixinho que nem percebi?

- Que te vão chamar tonta, eh, eh, eh!...

- Porquê?

- Depois deste diálogo improvável, o que esperas?

- Eu? Nada, rigorosamente nada. Estas conversas são só nossas, ou não?

- Sim!

- Então, pronto! 

 

Que Deus te proteja, pequenina, que Deus te abençõe vida fora. Que a vida nunca te seja madrasta.

 

 

 

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29
Jul14

Dois meses, já?!

por Eu, simplesmente!
Pequenina linda, fez hoje - ou melhor, ontem - dois meses que a tua mamã mandou uma mensagem a comunicar que ias nascer, a pedir que orassemos por vós. Apressada como poucas decideste que querias saltar cá para fora, só que era cedo demais.
Imaginas o susto? Não digas nada mas rezei mais naquele dia do que nos últimos anos.
E eis que nasces! Tudo corre bem, tu e a mamã estão óptimas. O papá? Bem, o papá ia morrendo de susto, mas quando te viu?... A mamã depois conta-te.

Agora, com os teus dois meses de vida, és a benção dos teus papás. És o mundo, és o universo em que vivem maravilhados. Tens apenas um pequeno senão: és uma noctivaga sem cura! É de noite que mais gostas de passear, de chorar, de fazer birra.
Não fiques triste, isso passa!

Uma benção a tua vinda, uma alegria para tantos que já te amam de forma incondicional.
Que sejas feliz, pequenina, que Deus te proteja.

Parabéns para ti, parabéns para a mamã, a guerreira que não desiste nem quando o cansaço quase a vence, parabéns ao papá sempre presente, ao papá que tudo faz pelas suas meninas.

Que Deus vos abençõe.

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