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Vidas que, quer queiramos quer não, fazem parte de nós.

28
Out14

Parabéns, linda!

por Eu, simplesmente!

Mais um mês, princesa?

É verdade! E já fazes cinco meses, cinco.

Ena, tantos, não é?

E cada vez mais bonita, e esses olhos cada vez mais azuis, e toda tu uma beleza que vai para além, muito além, da vulgaridade.

Vaidosa!

 

 

 

- Já viste como estás crescida?

Se estás tão crescida como a mamã? Não diga tontices, ouviu? Calma, ainda falta um bocadinho.

- E como o papá?

- Também não, ainda falta mais.

- E como a avó?

- Um bocadinho menos.

- E como o avô?

- Um bocadinho mais.

- E como a bi?

- Um bocadinho menos.

- Menos que a avó?

- Sim!

- Então quero ser igual à bi.

- Ora, menina não diga tontices. A menina tem que crescer devagarinho, como todos os meninos. 

- Buuuááááááá, quero ser crescida depressa, buuuáááááá!

- O que foi que disseste baixinho que nem percebi?

- Que te vão chamar tonta, eh, eh, eh!...

- Porquê?

- Depois deste diálogo improvável, o que esperas?

- Eu? Nada, rigorosamente nada. Estas conversas são só nossas, ou não?

- Sim!

- Então, pronto! 

 

Que Deus te proteja, pequenina, que Deus te abençõe vida fora. Que a vida nunca te seja madrasta.

 

 

 

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22
Ago14

Para ti, linda!

por Eu, simplesmente!

Por vezes apetece! 

Apetece recordar infâncias, viver infâncias.   

 

 

Para ti, linda, que cresces feliz, uma canção que aprenderás mais tarde.

Para já? Para já, silêncio, ouve só. Gostas?

Quando fores grande vais cantar, combinado?! 

 

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09
Jul14

Insólito, ou talvez não!

por Eu, simplesmente!
Café de praia, mais concretamente em Sesimbra.

Na mesa ao lado, um grupo de quatro jovens. Frente a eles um crepe e um imenso gelado.
Dividem-no entre si, numa algazarra alegre. A determinada altura algo chama a minha atenção.
Falam, conversam. Ouço um a falar num francês impecável, outro num belo inglês, outro num italiano correcto e, o último, o nosso português.
Até aqui nada de estranho. O insólito, se é que se pode considerar como tal, é que cada um falava na sua lingua, o diálogo era feito na lingua de cada um deles.

Daquela miscelânia de línguas resulta uma maravilha de sons.
Só por isto, se outra razão não houvesse, valeu a pena a vinda até aqui.

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