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Vidas que, quer queiramos quer não, fazem parte de nós.

11
Out14

Nobel da Paz

por Eu, simplesmente!

Como é do conhecimento geral o Nobel da Paz deste ano foi atribuído a Malala Yousufzai e Kaitash Satyarthi, pela luta de ambos em prol da defesa da criança, luta mais que justificada mas esquecida pela maioria.

Quando temos crianças impedidas do acesso à educação, quando temos crianças que começam a trabalhar aos seis anos, só podemos agradecer àqueles que lutam pelos direitos que lhes são negados.

O trabalho infantil é algo que vem de longe e que nos devia envergonhar, muito particularmente aos responsáveis que nada fazem para pôr fim a este verdadeiro atentado aos Direitos da Criança.

Por tudo isto não posso deixar de agradecer, de forma muito sentida, aos galardoados pela luta por eles levada a cabo tendo em vista a um mundo melhor, mais justo.

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04
Set14

Há dias assim!

por Eu, simplesmente!
Hoje estou feliz.
Quando sabemos que alguém que amamos - particularmente se se trata de uma criança que esteve hospitalizada com um problema grave - está bem, penso que o resultado é sentirmos os sininhos tocarem dentro de nós, algo que sinto quando vivo uma grande alegria.
É por isso que:

hoje, pois, estou feliz!

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22
Ago14

Para ti, linda!

por Eu, simplesmente!

Por vezes apetece! 

Apetece recordar infâncias, viver infâncias.   

 

 

Para ti, linda, que cresces feliz, uma canção que aprenderás mais tarde.

Para já? Para já, silêncio, ouve só. Gostas?

Quando fores grande vais cantar, combinado?! 

 

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12
Jul14

Nostalgia misturada de ternura!

por Eu, simplesmente!

Apesar de ter regressado ontem, tenho a sensação de não ver o meu tão amado mar há uma eternidade.

 

 

 

Última conversa ouvida, vivida e partilhada.

Um casal e as suas duas crianças, um rapazinho a querer ser homem, e uma pequenina a querer dar ordens.

 

Rui - Mãe, quero ir brincar.

Bia - Mas tem que ser para ali. (o "para ali", tinha alguns degraus).

Mãe - Não, Bia, ali não, não vês que tem degraus?!

Rui - Mãe, mas eu tomo conta da Bia.

Pai - .....

Mãe - Não, já disse que não.

 

Finalmente o pai decide intervir.

 

Pai - Dás a mão à Bia? Cuidado, olha que ela é pequenina e pode cair!

Rui - Dou, pai, eu tomo conta dela.

Bia - Pai, mas eu quero ir "para ali".

Pai - Mas Bia, há tanto espaço, porque queres ir brincar para os degraus?!

 

Pausa. Todos se olham num medir de forças. A mãe, após troca de olhares com o marido, dá o veredito.

 

Mãe - Sim, podem ir, mas cuidado.

 

Aí vão os dois numa correria.

A Bia, muito mais rápida que o irmão, e como tudo fazia prever, estatela-se, felizmente que no último degrau.

A mãe levanta-se, corre, mas a Bia, já de pé, olha para a mãe, ar de desafio: vês, não me magoei!

E lá vão os dois irmãos, ultrapassado que está o "para ali", brincar num local que não era propriamente o "para ali" da Bia.

Que importa isso? A Bia tinha ganho, lia-se isso no seu ar vitorioso. A mãe regressa à mesa. Olhamo-nos. Encolhe os ombros, sorri, um sorriso onde podia adivinhar-se uma alegria secreta.

 

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