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Vidas que, quer queiramos quer não, fazem parte de nós.

13
Ago14

A morte de Robin Williams

por Eu, simplesmente!

 

 

Muito se tem escrito sobre a morte deste Homem tão especial que, sem dúvida, marcou não só a história do cinema como de muitos de nós.

O Homem alegre, bem disposto, o Homem que fazia rir, suicida-se? Um espanto, pois!

 

E é a partir daqui que é muito curioso ver a abordagem que é feita à "escolha" - como dizem alguns -, da forma como decidiu morrer.

 

Mas quem é que tem a veleidade de pensar que pode, sequer ajuizar, sobre as suas razões vs motivos?

Quem é que tem a pretensão de saber - leia-se, imaginar - qual o seu grau de sofrimento?  

Quem é que não  compreende que o facto de fazer rir não era sinónimo, nem de felicidade, nem de bem estar?

Quem é que não consegue perceber que uma coisa nada tem a ver com outra?

Quem é que não percebe que o riso pode ser a máscara com que se pretende esconder a dor?

 

Quem não percebe nada disto, não percebe rigorosamente nada acerca do Homem e muito menos das suas idiossincrasias.

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01
Jul14

Testamento vital, sim ou não?

por Eu, simplesmente!

 

Sim, e de forma incondicional.

 

O testamento vital é um direito de todos. Saibamos, pois, utilizá-lo de forma lúcida e pragmática.

Cabe-nos a  nós, e só a nós, decidir quais os procedimentos médicos que pretendemos nos sejam ministrados numa situação de doença grave e/ou acidente. Não é o médico, não é o familiar por mais próximo que seja, que devem ter esse poder decisório. Somos nós, enquanto no pleno uso das nossas faculdades, que devemos decidir o que queremos para e das nossas vidas.

 

Há quem confunda testamento vital com eutanásia. Convém que não confundamos duas realidades que nada têm em comum.

 

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30
Jun14

Contranatura

por Eu, simplesmente!

É do conhecimento geral que Judite de Sousa acaba de perder o seu filho único. A dor pela morte de um filho é qualquer coisa de inimaginável. O desgosto, diria até, o espanto quando se trata de morte de crianças ou jovens, constitui um sofrimento que nada minimiza. Por isso, pelo imenso respeito que essas mães e pais me merecem, fica o abraço solidário, o abraço e ombro amigos.

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